terça-feira, 24 de julho de 2007

PODRIDÃO( e ainda há quem defenda que em Portugal se ganham campeonatos com mérito!!!...)



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Morgado acusa Pinto de Sousa de 144 crimes de falsificação


Pinto de Sousa alegou a necessidade de impor a justiça relativa entre as várias regiões na arbitragem

O ex-presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol foi acusado formalmente pelo Ministério Público (MP) de um total de 144 crimes de falsificação de documento no caso das alegadas viciações das classificações dos árbitros dos campeonatos nacionais de futebol. Os ilícitos imputados a José António Pinto de Sousa incluem 115 crimes de falsificação de documento consumados e 29 eventualmente sob a forma tentada. No total, a equipa de coordenação do processo Apito Dourado acusou 16 pessoas, arquivando os casos de dezenas de outros suspeitos, incluindo alguns dos nomes mais sonantes do futebol português, Pinto da Costa, Valentim e João Loureiro.

De acordo com informações recolhidas pelo JN, entre os acusados, além de Pinto de Sousa, estão elementos que então compunham o Conselho de Arbitragem e funcionários a exercer funções na federação relacionados com tarefas informáticas.

Neste megaprocesso, cujas diligências foram protagonizadas pela equipa coordenada pela procuradora Maria José Morgado, acabaram ilibados várias dezenas de dirigentes. Recorde-se que da investigação inicial da Polícia Judiciária (PJ) do Porto resultara uma certidão extraída do MP de Gondomar em que figuravam um total de 83 arguidos, tendo como referência as diferentes classificações dos árbitros.

Na acusação, são descritos casos de crimes de falsificação em co-autoria e cumplicidade, uns consumados, outros apenas tentados. Em causa estão classificações da 1.ª, 2.ª e 3.ª categorias das épocas 2002/03 e 2003/04.

Alteração no computador

De acordo com a investigação da PJ, haveria duas presumíveis formas de adulteração da classificação dos árbitros de futebol viciação de dados informáticos das pontuações e controlo das notas das actuações, através do conluio com os respectivos observadores. A dar suporte a este alegado esquema estava a possibilidade de recurso aos chamados "factores de correcção" que possibilitavam alterações nas notas dos árbitros já no computador da Federação Portuguesa de Futebol.

Confrontado no processo com estas situações, José António Pinto de Sousa alegou a necessidade de impor uma "justiça relativa" na representação das diversas regiões do país nos quadros da arbitragem e disfarçar a disparidade dos critérios dos observadores. É que, a aplicarem-se literalmente as regras, haveria associações regionais que ficariam sem qualquer árbitro a representá-las, o que Pinto de Sousa considera que seria injusto.

Para os investigadores, o objectivo seria cumprir o plano de promoções e despromoções dos árbitros decidido no início das épocas 2002/03 e 2003/04. Plano este que teria sido combinado telefonicamente com os responsáveis pelas associações do Porto, Leiria e Portalegre e os dirigentes mais poderosos dos clubes e da Liga de futebol.

O MP acredita que este controlo era efectuado com periodicidade semanal ou quinzenal. As classificações provisórias eram mostradas a Pinto de Sousa e outros dirigentes da arbitragem federativa que, depois, ficavam em condições de melhor "mexer" as nomeações e as notas das jornadas seguintes.

in JN

Palavras para quê?

5 comentários:

Sá Rocha disse...

Caro Meireles isto é claramente mais um ponto na grande cabala (ou se calhar cambala) para denegrir a imagem do futebol portugues e dos seus honestos e justos dirigentes. Achas mesmo que essas coisas se passam em portugal, claro que nao! O Pinto de Sousa só queria ajudar as regioes mais desfavorecidas. É uma espécie de regionaliazacao do futebol! Este senhor é um visionário e agora ainda o acusam de ilegalidades... Tristeza!!!

Anónimo disse...

lol

TheBlueBeast disse...

Azia, Ignorancia ou Estupidez...qual será a melhor palavra para certas afirmaçoes?!

Anónimo disse...

O pânico está instalado...

Anónimo disse...

Realmente, estes gajos do JN, apenas um dos veículos de informação mais antigos e reputados do país, são ignorantes, estúpidos e andam sempre com azia...
Não há direito, um presidente do conselho de arbitragem é acusado de (pasme-se) 144 crimes!!!!!! e depois são os outros que são ignorantes, estúpidos ou andam com azia!!! Desculpa lá Filipe, e apesar de respeitar grande parte das tuas opiniões, não posso concordar que se esconda o sol com a peneira, onde há fumo há fogo e no caso do futebol português até parece que deitaram fogo a um poço de petróleo, dada a quantidade de fumo...